Usar o Tarot como Ferramenta Terapêutica

A pergunta que mais me fazem quando pedem informações acerca do Curso de Tarot Terapêutico é exatamente em que medida é que o Tarot pode ser uma ferramenta terapêutica. O texto abaixo é a resposta a essa pergunta.

Usar o Tarot como ferramenta terapêutica significa usá-lo como ferramenta de cura, meditação, introspeção, criatividade, análise comportamental e energética e ferramenta de desenvolvimento intuitivo.

Principalmente como ferramenta de diagnóstico e iluminação de áreas obscuras do subconsciente, que podem ser trazidas à luz da consciência quando usamos um baralho de forma consciente. É um mapa na estrada da vida que tem um “GPS” incorporado e pode apontar direções, caminhos, orientações.

O Tarot é uma ferramenta de diagnóstico e acesso a mundos superiores. Relaciona-se com os chacras, a numerologia, a cabala, a árvore da vida, a astrologia, as esferas angelicais, os corpos celestes… Como ferramenta terapêutica, o Tarot permite-nos aceder a camadas de significado muito profundas. Usado como ferramenta de meditação, ajuda ao desenvolvimento da intuição. É uma ótima maneira de percebermos quais os nossos bloqueios e desafios (espirituais, mentais e físicos) e qual a melhor forma de proceder para recuperar o equilíbrio.

Criamos as nossas vidas absorvendo influências externas e negativas e por isso, vamos-nos afundando cada vez mais no mundo da matéria física, em relacionamentos disfuncionais e profissões sem alma e mantemos-nos prisioneiros deste vazio espiritual, presos no Medo de sermos quem realmente somos: Seres Espirituais a ter uma Experiência Terrena.
O Tarot como ferramenta de auto conhecimento, meditação e crescimento ajuda-nos a ouvir a voz da nossa Intuição, a aceder à eterna presença Eu Sou, o nosso Eu Maior, Eu Superior (o que quer que lhe queira chamar).

O que é a intuição? A intuição é aquela voz interior que permanece separada do mundo material, do Ego, do Medo. É aquela vozinha interior alojada na Glândula Pineal, considerada o centro da ligação espiritual com o corpo físico. São os sussurros da alma, enviando- nos mensagens através do Plexo Solar, ligando a crença espiritual com o nosso poder pessoal. Esta troca de energia entre o terceiro olho e o 3º chacra é o que cria aquela sensação de “pressentimento” que tantas vezes sentimos e não sabemos explicar; aquele saber antecipadamente que algo vai acontecer…a sensação de inquietação…a euforia que vem de lado nenhum e nos faz escolher a direção da direita em vez de virar para a esquerda numa determinada rua…
Toda a gente é intuitiva. Todos nascemos com essa capacidade, esse dom. Todos podemos desenvolvê-la e conhecer a sua linguagem. É como aprender a ler, a escrever, a interpretar…é tudo uma questão de querer e de fazer. A intuição (desenvolvimento do terceiro olho) é um músculo espiritual e faz parte da constituição do ser humano consciente. Tal como todos somos espirituais, todos somos intuitivos e psíquicos. A única questão prende-se com o queremos ou não trabalhar esse músculo, desenvolver a nossa natureza espiritual a par do desenvolvimento da nossa natureza intelectual.
Estes sentidos interiores desabrocham como antenas e atingem níveis fora dos nossos corpos físico e emocional. O modo como cada um atinge estes níveis mais elevados de supraconsciência ou de “vibração mais elevada”, depende de cada um. Uns praticam yoga, outros meditação…outros praticam exercícios de respiração e mindfullness… outros, como eu, praticam Reiki e usam o Tarot como ferramenta de auto conhecimento.

Está tudo nas cartas…a Viagem do Louco representa a Viagem do Ser Humano na vida Terrena, na busca pelo crescimento espiritual através das experiências mundanas. A mente comunica através de imagens e palavras; o coração através de emoções; a alma através duma ligação de conexão ao nosso Eu Superior. O Tarot liga estes três níveis através de um simbolismo universal, criando um portal através do qual, os sentidos intuitivos são livres de explorar, reunir e traduzir sabedoria espiritual intemporal.
Os budistas acreditam que o caminho para a iluminação é através do silêncio. O Tarot é uma ótima ferramenta para fazer exatamente isso, mas com auxílio de imagens…tal como um sonho vívido. Cada vez que tiramos uma carta, estamos a contemplar o reflexo da nossa alma, como se estivéssemos em frente a um espelho mágico.

Uma vida vivida com consciência, despertos, é uma vida mágica.

Viver desperto é viver prestando atenção aos nossos pensamentos, emoções, ações, escolhas e aos sinais e sincronicidades que o Universo nos envia diariamente.

Espero ter esclarecido as vossas dúvidas e despertado o vosso interesse e curiosidade pelo Curso “A Viagem ao Centro Do Meu Ser”.

 

Com Amor,

GaiaNamastê!

 

 

 

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9 de Paus

O número 9 representa o fim de um ciclo ao mesmo tempo que abre caminho para possibilidade mais profundas. É considerado um número misterioso. Em muitas tradições esotéricas existem 9 céus. Ele faz referência às coisas absolutas, plenas. A nossa numeração decimal está baseada no número 9, que é o zero num ciclo superior de numeração. 9 é o número de meses de gestação de um criança! Representa o poder dos números triplos e também o número do infinito (9999999999999999…)

Os noves dos arcanos menores ligam-se ao Arcano Maior do Eremita e da Lua.

O naipe de Paus liga-se ao mundo da energia, criatividade, ação, dinamismo, aventura, confiança, pois pertence ao elemento do Fogo. Representa o desejo de crescer, a inspiração que faz mover o mundo, as aspirações orientadas para o futuro, o propósito por trás de cada acção no mundo físico, o correr riscos…É a polaridade yang ou masculina da energia. Aqui a energia flui para o exterior e gera paixão e envolvimento ou tensão e conflito.

O 9 de Paus, também chamado “Força Espiritual” e ” A força de Vontade” noutros baralhos, simboliza persistência, resiliência, cautela, endurecimento, prudência e ou atitudes defensivas. Quando chegamos a esta fase, já completamos um período de criação e sentimos necessidade de proteger aquilo que conquistamos. A verdade é que muitas vezes essa necessidade de nos protegermos ou o medo de perdermos alguma coisa não é real…é fruto de más experiências anteriores e precisa ser transmutado em força de vontade e persistência!

Quase sempre é uma alerta para nos mantermos seguros e firmes das nossas decisões e confiarmos na nossa experiência e resiliência para ultrapassar qualquer obstáculo. Estamos sempre conectados ao nosso Eu Maior e esta carta relembra-nos disso mesmo.

Com Amor,

GaiaNamastê!

 

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8 de Espadas

O número 8 é o símbolo do equilíbrio cósmico da dualidade em nós (o símbolo do infinito na horizontal) e representa uma oitava mais elevada de vibração. As quatro direções cardeais e as quatro intermediárias formam o 8 na Rosa dos Ventos, que denota a ideia de totalidade. Está ligado ao equilíbrio e à justiça, pois é um número de mediação, que tem valor entre o círculo e o quadrado, o céu e a terra, conferindo-lhe uma posição intermediária no mundo.

O número 8 é forte nas culturas orientais. Os japoneses por exemplo, conferem valor e poder sagrados a esse algarismo e consideram-no um número da sorte. O milagre da ressurreição e o episódio da transfiguração do corpo de Cristo na tradição cristã, são simbolizados igualmente pelo número 8, porque ele representa o início de uma nova vida. No Génesis após o sexto dia da criação e o sétimo de descanso, o oitavo dia representou a conclusão de tudo e o início de um novo ciclo.

No Tarot o número 8 refere-se à completude, ao caráter totalizador, ao final de um ciclo para o início de outro (associa-se à carta da Força que abre o 2º caminho da Viagem do Louco e à carta da Estrela).

O naipe de Espadas liga-se ao elemento Ar que representa a mente racional, o intelecto, a palavra falada e a informação. Está associado à estação do Outono.  Este naipe mostra a forma como lidamos com os conflitos interiores e exteriores.

O 8 de Espadas, também chamado ” Culpa” ou “Prisão Mental” noutros baralhos denota uma situação em que o elemento Ar, por isso, os nossos pensamentos nos causam tensão e conflito interiores. Contrariamente ao movimento expansivo dos outros naipes, aqui ela representa a restrição, a limitação, a falta de confiança para avançar, a impotência e os medos que nos bloqueiam. Todas estas cargas negativas estão, muitas vezes, mais no  nosso interior do que no exterior!  Sob a influência desta carta é comum ocultarmos certas facetas da nossa personalidade, não mostrando o nosso verdadeiro Eu aos outros, ora por medo ora por falta de confiança e amor próprio. Sentimos-nos literalmente presos sem conseguirmos perceber que a prisão é apenas mental e está ao nosso alcance escolher a Liberdade! Existe sempre outro caminho para percorrer…existe sempre o livre arbítrio, o poder da escolha.

Com Amor,

GaiaNamastê!

 

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8 de Ouros

O número 8 é o símbolo do equilíbrio cósmico da dualidade em nós (o símbolo do infinito na horizontal) e representa uma oitava mais elevada de vibração. As quatro direções cardeais e as quatro intermediárias formam o 8 na Rosa dos Ventos, que denota a ideia de totalidade. Está ligado ao equilíbrio e à justiça, pois é um número de mediação, que tem valor entre o círculo e o quadrado, o céu e a terra, conferindo-lhe uma posição intermediária no mundo.

O número 8 é forte nas culturas orientais. Os japoneses por exemplo, conferem valor e poder sagrados a esse algarismo e consideram-no um número da sorte. O milagre da ressurreição e o episódio da transfiguração do corpo de Cristo na tradição cristã, são simbolizados igualmente pelo número 8, porque ele representa o início de uma nova vida. No Génesis após o sexto dia da criação e o sétimo de descanso, o oitavo dia representou a conclusão de tudo e o início de um novo ciclo.

No Tarot o número 8 refere-se à completude, ao caráter totalizador, ao final de um ciclo para o início de outro (associa-se à carta da Força que abre o 2º caminho da Viagem do Louco e à carta da Estrela)

O naipe de Ouros está associado ao elemento Terra e à estação do Inverno. Refere-se tradicionalmente ao mundo dos negócios, empreendimentos, dinheiro e ao corpo físico. Este naipe também denota a importância (ou valor) que damos às coisas e a forma como gerimos os nossos recursos materiais.

O oito de Ouros, também chamado “Humildade” e “O Aprendiz” noutros baralhos, representa um processo de aprendizagem, um nova experiência, o aperfeiçoar de um talento ou dom. Quando aparece numa tiragem aponta para situações em que aprendemos coisas novas, aperfeiçoamos aquilo que já sabemos, avançamos na carreira, desenvolvemos novos talentos… Aponta por isso, para a necessidade de estarmos sempre a aprender, a conhecer novas coisas e não nos deixarmos estagnar. Devemos estar atentos aos pormenores e dedicarmos-nos com paixão aos nossos projetos.

Com Amor,

GaiaNamastê!

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8 de Copas

O número 8 é o símbolo do equilíbrio cósmico da dualidade em nós (o símbolo do infinito na horizontal) e representa uma oitava mais elevada de vibração. As quatro direções cardeais e as quatro intermediárias formam o 8 na Rosa dos Ventos, que denota a ideia de totalidade. Está ligado ao equilíbrio e à justiça, pois é um número de mediação, que tem valor entre o círculo e o quadrado, o céu e a terra, conferindo-lhe uma posição intermediária no mundo.

O número 8 é forte nas culturas orientais. Os japoneses por exemplo, conferem valor e poder sagrados a esse algarismo e consideram-no um número da sorte. O milagre da ressurreição e o episódio da transfiguração do corpo de Cristo na tradição cristã, são simbolizados igualmente pelo número 8, porque ele representa o início de uma nova vida. No Génesis após o sexto dia da criação e o sétimo de descanso, o oitavo dia representou a conclusão de tudo e o início de um novo ciclo.

No Tarot o número 8 refere-se à completude, ao caráter totalizador, ao final de um ciclo para o início de outro (associa-se à carta da Força que abre o 2º caminho da Viagem do Louco e à carta da Estrela, que na sua redução teosófica dá 8).

 

 

 

 

 

 

 

O naipe de Copas associa-se à estação do Verão e representa o elemento Água. Está por isso, associado às emoções, sentimentos, intuição e amor. Ele abrange todo o espectro de sentimentos humanos, desde a esperança e alegria, à perda, dor e tristeza. As Copas descrevem estados inatos internos, sentimentos e padrões de relacionamento.

O 8 de Copas, também chamado “Desapego” e “Visão da Terra do Nada”, representa a despedida, o abandono, a partida para outro “lugar”. Ao nível das emoções, esta carta reflete a necessidade de encontrarmos um novo propósito, um novo caminho, um novo estilo de vida. Sentimos que existe algo melhor e queremos partir em busca desse “algo” ainda que nos custe deixar o passado para trás.

Quando aparece numa leitura espiritual representa a nossa maior e mais profunda demanda espiritual e perceber o que ela nos está a tentar dizer, tem uma importância extrema. Esta necessidade de mudarmos alguma coisa na nossa vida vem de dentro de nós e não é algo que nos está a ser imposto pelo destino ou pela vida exterior. Pode representar uma mudança de emprego, país, profissão, casa, relacionamento…ou apenas uma mudança de vibração energética em que nos alinhamos mais com o nosso propósito de vida. Ela aponta para a verdade da impermanência de todas as coisas e para a necessidade de nos desapegarmos de tudo aquilo que bloqueia o nosso progresso e avanço espiritual.

 

Com Amor,

GaiaNamastê!

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