“Conversas com Deus” – Neale Donald Walsch

Boa noite queridos amigos, leitores e seguidores. Quem ainda não leu, leia a trilogia “Conversas com Deus” de Neale Donald Walsch…são livros maravilhosos e escritos de forma muito simples que explicam tanta coisa!

Fruto de conversas recentes sobre o porquê de estarmos aqui na Terra, o porquê de não nos lembrarmos que somos espirituais, o porquê de haver sofrimento, o porquê de os grandes mestres dizerem que somos co criadores da nossa realidade…e muitos outros porquês (alguns muito bem respondidos nestes livros), deixo-vos aqui uma pequena parte do livro 1, e a parábola da pequena Alma e do Sol para se deliciarem.

 

“Não condenes tudo o que consideras mau no mundo. Pelo contrário, pergunta a ti mesmo quais foram os teus juízos errados e quais as coisas, se as houver, que desejas fazer para alterares a situação. Interroga o teu interior, mais do que o exterior, perguntando: ” Que parte de mim desejo experienciar agora, face a esta calamidade? A que aspeto da existência prefiro apelar?” Pois toda a vida existe como instrumento da tua própria criação e todos os seus eventos se apresentam como meras oportunidades para tu decidires ser e seres, Quem És.
Isto aplica-se a todas as almas e por isso, já vês que não há vítimas no Universo, apenas criadores. […] Cada Alma é um mestre – embora alguns não se lembrem das suas origens e heranças. Cada uma delas porém, cria a situação e as circunstâncias para o seu propósito mais sublime e para o seu próprio, mais rápido despertar – a cada momento chamado presente. Não julgues portanto o trilho cármico percorrido pelos outros. Não invejes o êxito nem te compadeças do fracasso pois, no cômputo da alma, não sabes o que é o êxito nem o fracasso. Não chames calamidade a uma coisa, ou feliz a um acontecimento, enquanto não descobrires ao certo, ou testemunhares, a forma como são utilizados [ …] pois cada circunstância é uma dádiva e em cada experiência oculta-se um tesouro.
Houve em tempos uma pequena alma que se conhecia como sendo a Luz.Era uma alma nova e por isso, ansiava pela experiência. “Eu sou a luz”, dizia ela. Mas nem todo esse conhecimento e essa proclamação podiam substituir a experiência. E no reino de onde essa alma vinha, luz era tudo o que havia. TODas as almas eram luz, todas eram sublimes, magnificentes e todas cintilavam com o brilho da LUZ. E por isso, a pequena alma em questão era como uma vela ao Sol. No meio da luz mais grandiosa – -da qual ela fazia parte – não conseguia ver-se a si mesma nem experienciar-se como QUEM e O QUE REALMENTE É.
Ora acontece que essa alma ansiava cada vez mais por esse autoconhecimento. E tão grande era a sua ânsia que Eu um dia çhe perguntei:
– “Sabes o que deves fazer para satisfazer a tua ânsia, pequenina?” Deves separar-te de todos nós e deves cobrir-te de escuridão.”
– O que é a Escuridão, ó sagrado?
– “Aquilo que tu NÂO ÉS!”
E foi isso que a alma fez.isolando-se de todos nós, entrando no domínio do mundo físico. E nesse domínio teve o poder de evocar para a sua experiência toda a espécie de escuridão.[…]

Sê uma luz na escuridão e não a amaldiçoes. E não te esqueças de QUEM És quando te vires rodeado por aquilo QUE NÃO ÉS!»

 

 

Com Amor,

GaiaNamastê

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