10 de Espadas

Os números 10 do baralho de Tarot reúnem a perfeição do divino com a inteireza do mundo físico. Representam finais de ciclo e recomeços. A energia de cada naipe atingiu o seu potencial máximo e vai agora ser transformado e libertado em algo novo.Completou-se um ciclo e estamos próximos a iniciar outro. Numerologicamente, o º 10 = 1+0 que reduzido volta de novo ao nº 1: início de todas as coisas.

Todos os 10 do baralho se associam por isso, à Roda do Destino (arcano X) e à carta do Mago (Arcano I) e representam mudanças, ciclos, recomeços, renovação.

O dez de Espadas simboliza, como se pode ver pela imagem, um final doloroso. É a energia difícil do Ar no seu estádio máximo! Intitulada “Lutas” e “A Morte de Deus” em alguns baralhos, denota um culminar de um processo destrutivo e muito doloroso. Tal como o Arcano da Morte, esta carta representa o fim, a despedida, a depressão profunda, a “morte” aparente…aqueles momentos das nossas vidas em que chegamos ao fundo do poço.Ela segue o 9 de espadas que denotava depressão, ansiedade, noites mal dormidas, estados obsessivos e aqui essa energia chega ao seu potencial máximo e deixa-nos de rastos.

Por outro lado, tal como já foi dito, os números 10 indicam finais e recomeços, por isso, esta carta também tem um lado positivo! Significa que depois de chegarmos ao fundo do poço, não podemos descer mais fundo! Agora o único caminho é para cima…é a libertação, um novo ciclo vai-se iniciar. Há que dizer “adeus” ao velho, para podermos abraçar o novo, há que nos desapegarmos de tudo aquilo que nos faz mal, que não nos acrescenta nada…por vezes são velhos padrões de comportamento, programações de infância que têm que ser libertadas.

O tempo em que permanecemos neste estádio de sofrimento é completamente pessoal e da nossa inteira responsabilidade. Esta carta pertence à esfera mental, por isso só nós temos o poder de mudar a nossa mente, o nosso foco. Representa uma escolha nesse sentido, uma escolha que ninguém pode fazer por nós.

Se esta carta falasse, ela dir-te-ia: ” Não há mais guerras! Chegaste a um ponto da tua vida em que tens que admitir que a tua forma de fazeres as coisas não resultou. Deste estado de aceitação vem um estado de libertação, pois sabe que o pior já passou! Podes começar de novo. A Roda girou e tens uma nova oportunidade.”

 

Com Amor,

GaiaNamastê!

 

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